AUTORES INTERNACIONAIS COM LIVROS TRADUZIDOS NO BRASIL

(KOHLER, Wolfgang . Psicologia Da Gestalt. Ed. Itatiaia, 1947)
Sinopse: O que é, o que pretende e como age a Psicologia da Gestalt, é o que nos fala este livro de autoria da maior autoridade mundial deste campo. Cientificamente baseado com aquele método característico de um erudito germânico, muitas vezes polêmico, PSICOLOGIA DA GESTALT é assim obra indispensável à estante de psicólogos, educadores e pessoas cultas em geral.

(BUBER, Martin. Eu e Tu. Ed. Centauro, 1974)
Sinopse: Este livro é considerado um dos maiores escritos no século XX, numa lista elaborada pelo filósofo Mortimer Jerome Adler e publicada na “Revista Time” de 7 de março de 1977. Suas obras filosóficas têm influenciado várias das Ciências Humanas como: Psiquiatria, Psicologia e a Educação. Ocupando lugar preponderante na filosofia da Existência. “Eu e Tu” representa, sem dúvida, o estágio mais completo e maduro da filosofia do diálogo de Martin Buber. Pode-se dizer que a principal intuição de Buber foi exatamente o sentido do conceito de relação para significar aquilo que, de essencial, acontece entre seres humanos e entre o homem e Deus.

(STEVENS, John O. Isto é gestalt. Ed. Summus, 1977)
Sinopse: Coletânea de artigos elaborada 8 anos após o início da explosão da Gestalt, ocorrida na Califórnia em 1966-68. Naquela época, Frederick Perls, o iniciador da Gestalt, trabalhava intensamente em seminários e workshops no Esalen Institute. O livro contém artigos de Perls e de outros nomes expressivos da Gestalt, incluindo John O. Stevens, que organizou a coletânea nos EUA.

(SHEPHRED, Irma Lee & FAGAN, Joen. Gestalt-Terapia: Teoria, Técnica e aplicações. Ed. Zaha, 1977)
Sinopse: O presente livro é uma importante coletânea de estudos sobre as funções terapêuticas da psicologia da forma, das suas ideias, do seu dinamismo e das suas aplicações no campo das realidades nosológicas. O volume se divide em três grandes seções: a teoria, as técnicas e as aplicações da terapia Gestalt. Serve, portanto, a uma tríplice visão da realidade que explora a busca de uma unidade que a conturbação da mente fez perder, ao dividir o indivíduo contra a sua própria vontade e em benefício do aparente equilíbrio em que consegue, a despeito de tudo, viver e conviver.

(STEVENS, Barry. Não apresse o rio (ele corre sozinho). Ed. Summus, 1978)
Sinopse: Um relato a respeito do uso que a autora faz da Gestalt-terapia e dos caminhos do Zen, Krishnamurti e índios americanos para aprofundar e expandir a experiência pessoal e o trabalho através das dificuldades. “Temos que nos colocar de cabeça para baixo e inverter a nossa maneira de abordar a vida”.

(OAKLANDER, Violet. Descobrindo Crianças: Abordagem Gestáltica com Crianças e Adolescentes. Ed. Summus, 1980)
Sinopse: As crianças falam de si mesmas destacando suas posições mediante a experiência do conhecimento. A autora desenvolve um sério estudo sobre o crescimento infantil empregando métodos altamente originais e flexíveis. Um livro para todos que trabalham com crianças e buscam uma nova visão para entender e abordar o mundo infantil numa relação de afeto e respeito.

(BURROW, Olaf-Axel Burow & SCHERPP Karlheinz. Gestaltpedagogia: um caminho para a escola e a educação. Ed. Summus, 1985)
Sinopse: O primeiro livro a mostrar a contribuição que a Gestalt pode trazer à pedagogia. Bastante informativo, ajuda o pedagogo a entender a Gestalt e a aplicá-la em seu trabalho. Com exemplos práticos, os autores introduzem as técnicas e os princípios gestáltico, numa abordagem de educação integral compatível com a realidade educacional contemporânea.

(STEVENS, John O. Tornar-se Presente: Experimentos de crescimento em Gestalt-terapia. Ed, Summus, 1988)
Sinopse: A tomada de consciência, ou seja, tornar presente para nós mesmos o que se faz presente à nossa volta, é uma das condições fundamentais do processo terapêutico. Aqui são apresentados mais de uma centena de experimentos, baseados em gestalt-terapia, e originalmente criados como parte da formação clínica de estudantes de psicologia. Estes experimentos percorrem as principais áreas de funcionamento da personalidade em contato consigo mesma, com os outros, com o meio ambiente e com a corporeidade.

(JAMES, Muriel & JONGEWARD, Dorothy. Nascido Para Vencer: Analise Transacional Com Experiências Gestalt. Ed. Brasiliens, 1990)
Sinopse: Este livro resume em 10 capítulos o que há de mais atual e interessante em relação à teoria da personalidade e às relações interpessoais vistas sob o prisma da análise transacional. As autoras se servem da dinâmica da AI para oferecer à pessoa um método racional para analisar e compreender seu comportamento e a gestalt-terapia para descobrir as partes fragmentadas da personalidade, integrá-las e desenvolver autoconfiança. Iniciam, situando o homem como triunfador ou perdedor não no sentido leigo ou lato que esses adjetivos têm, mas como aquele que no seu comportamento é verdadeiro. confiável, sincero e sensível, não só como indivíduo, mas também como membro de uma sociedade. O perdedor dificilmente vive o presente: aferra-se ao passado. quando as coisas saem mal culpa os outros, e quando pensa no futuro experimenta a ansiedade no presente.

(GINGER, S. & GINGER, A. Gestalt – Uma terapia do contato. Ed. Summus, 1995)
Sinopse: O best-seller francês sobre a gestalt. Um livro claro e documentado, teórico e prático, que se tornou a obra de referência sobre uma terapia que é também uma intervenção psicossocial e educativa, ou seja, uma arte de viver. Destinada tanto ao grande público quanto aos especialistas em ciências humanas e em psicologia.

(HYCNER, R. De pessoa para pessoa: psicoterapia dialógica. Ed. Summus, 1995)
Sinopse: Partindo da filosofia do diálogo de Martin Buber, esta obra constitui um avanço no campo da psicoterapia dialógica. Entendendo-se esta psicoterapia como a terapia centrada no encontro entre terapeuta e seu cliente ou família, ela pode ser utilizada nas mais diversas abordagens: na análise e no roleplaying entre outras. Uma concepção que incorpora, ao mesmo tempo, a ênfase no aqui e agora e no desenvolvimento do self.

(SPANGENBERG, Alejandro. Terapia Gestáltica e a Inversão da Queda. Ed. Paulinas, 1996)
Sinopse: Ler “Terapia Gestáltica e a Inversão da Queda” produzia em mim uma sensação de tal modo agradável que, frequentemente, me sentia perdido nos pensamentos e, sobretudo, nos sentimentos de Alejandro. Confesso que mais admirado do que com o que ele escrevia, ficava admirado, embevecido com ele, com o como ele escreve. Ler este livro não foi, em nenhum momento, procurar mais teoria, mais conceituações, mas aprofundar-me no sentido da vida, do encontro e do mistério do outro, sem deixar de me encantar de como Alejandro é preciso nas suas conceituações, na doutrina, na mensagem existencial própria da Abordagem Gestáltica.

(HYCNER, Richard & JACOBS, Lynne. Relação e Cura em Gestalt-terapia. Ed. Summus, 1997)
Sinopse: Os autores ocupam posição de destaque na nova geração de Gestalt-terapeutas. Abordam os problemas relevantes em psicoterapia com abrangência, meticulosidade e profundidade. Fundamentam-se na filosofia de Martin Buber, relacionando a Gestalt-terapia com a psicologia do self e a teoria da intersubjetividade.

(YONTEF, Gary M. Processo, diálogo e awareness: desafios em Gestalt-terapia. Ed. Summus, 1998)
Sinopse: Um dos trabalhos mais importantes da nova geração de profissionais ligados à Gestalt. O livro é uma coleção de ensaios sobre alguns dos temas essenciais na abordagem gestáltica. São aprofundados alguns aspectos teóricos e, principalmente, abordados temas relevantes relacionados com a prática clínica: diagnóstico, tratamento de distúrbios de caráter, trabalho com grupos etc. Publicada em 1991, esta obra já é considerada pela comunidade gestáltica um trabalho fundamental para o desenvolvimento e atualização dos conceitos básicos da Gestalt-terapia.

(RHYNE, Janie. Arte e Gestalt: Padrões que convergem. Ed. Summus, 2000)
Sinopse: A autora é pioneira na integração da prática terapêutica com recursos que envolvem expressão e criatividade. Este livro descreve de forma calorosa e pessoal a experiência artística em terapia, tanto individual quanto em grupos, bem como no campo da educação.

(POLSTER, Erving & POLSTER, Miriam Polster. Gestalt-terapia integrada. Ed. Summus, 2001)
Sinopse: Esta é uma obra-prima de organização e criação. Os autores, terapeutas e teóricos brilhantes, pertencentes à primeira geração de gestalt-terapeutas norte-americanos, são bem-sucedidos em transmitir a essência e o alcance da Gestalt-terapia numa unidade coerente que reúne perspectivas teóricas e práticas clínicas em uma visão unificada. Neste livro conceitos importantes são abordados, aprofundados e trazidos para o cotidiano. Novas perspectivas são consideradas e analisadas, permitindo sínteses que refletem o espírito de transformação inerente ao princípio gestáltico.

(ZINKER, Joseph C. A busca da elegância em psicoterapia: Uma abordagem gestáltica com casais, famílias e sistemas íntimos. Ed. Summus, 2001)
Sinopse: Um dos autores mais respeitados em Gestalt-terapia inspira-se em princípios estéticos para propor um método de pensar e atuar em terapia, trabalho que vem realizando há mais de vinte anos. Uma das suas mais valiosas contribuições é a possibilidade de abordar terapeuticamente “sistemas íntimos” – duas ou mais pessoas com relação de proximidade – como extensão de casais e famílias. Apresenta de forma clara e consistente os conceitos que norteiam o trabalho em terapia, descrevendo generosamente exemplos práticos de intervenção.

(SPANGENBERG, Alejandro. Gestalt, Mitos e Transcendência. Ed. Livro Pleno, 2005)
Sinopse: O texto que tenho o prazer de apresentar reúne as melhores características que um trabalho reflexivo pode ter: rigor, profundidade, sustentação teórica confiável, clareza e, igualmente importante, o tempero próprio do autor – sua generosidade –, marcando com tonalidades nítidas a trajetória de uma evolução pessoal e profissional exemplar.

(SPANGENBERG, Alejandro. Gestalt Terapia: Um caminho de volta para casa. Ed. Livro Pleno, 2006)
Sinopse: O contato com o livro Gestalt-Terapia – um caminho de volta para casa, remete seus leitores a uma reflexão acerca de antigos conceitos que embasam a teoria da Gestalt e sua prática clínica em uma “roupagem” contemporânea. Isso é possível, dentre outros motivos, visto que em sua autoria, Alejandro Spangenberg, expõe não somente seu conhecimento acadêmico, mas também sua experiência de uma prática, nessa abordagem, vivida por longos, porém, não tão longínquos anos. De forma sutil e, em algumas passagens, levemente poéticas, Alejandro encontra espaço para abordar antigos temas, considerando a sua relevância para o momento presente da Gestalt-Terapia. O autor define que não pretende elaborar em seu livro um manual, mas um mapa da Gestalt, que tornaria possível uma reflexão e uma orientação do que seriam a forma e o conteúdo da Gestalt que ele pratica hoje.

(ROBINE, Jean-Marie Robine. O self desdobrado: Perspectiva de campo em Gestalt-terapia. Ed. Summus, 2006)
Sinopse: O autor convida-nos a aprofundar a teoria da Gestalt-terapia e a repensar nossas práticas clínicas. Seus estudos sobre a abordagem de Perls e Goodman lhe permitiram abrir novas perspectivas: ele se propõe radicalizar a perspectiva de campo e desenvolver as mudanças epistemológicas sugeridas por esses fundadores. Introduz um pensamento inovador na abordagem gestáltica, esmiuçado à luz da filosofia, da psicologia e da clínica contemporânea.

(GINGER, Serge. Gestalt: A arte do contato – Nova abordagem otimista das relações humanas. Ed. Vozes, 2007)
Sinopse: Sobre este livro – Em uma época em que o desenvolvimento tecnológico possibilita que qualquer pessoa interaja a qualquer momento com o resto do mundo, os indivíduos podem nunca ter estado tão sós. Uma forma de reverter esta situação é através da ‘Gestalt-terapia’, uma técnica que pode ser usada individualmente ou em grupo, através dos sentidos de cada um, pois valoriza justamente o individual, a originalidade de cada ser e sua inevitável mutação.

(ZINKER, Joseph. Processo criativo em Gestalt-terapia. Ed. Summus, 2007)

Sinopse: Tornou-se tradicional que os psicólogos clínicos produzirem trabalhos acerca da criação de grandes artistas, sem considerar a si mesmos artistas envolvidos em um processo criativo. A fim de abordar esse outro aspecto, Joseph Zinker apresenta diversas nuanças do trabalho experiencial em Gestalt-terapia, visando auxiliar o terapeuta a criar situações que favoreçam o desenvolvimento do cliente.

(MARTIN, Ángeles. Manual Prático de Psicoterapia Gestalt. Ed. Vozes, 2008)
Sinopse: O Manual prático de Psicoterapia Gestalt expõe de forma simples e amena os conceitos básicos da terapia gestalt, não só aos terapeutas gestálticos, mas a qualquer pessoa que se interesse por ela. Sua leitura traz uma visão panorâmica desta abordagem terapêutica e nos introduz aos diversos conceitos da mesma: o dar-se conta, as polaridades, o contato, a neurose, os sonhos. Descrevendo os mecanismos neuróticos e como eles interferem no comportamento.

(BROWNELL, Philip. Manual de teoria, pesquisa e prática em Gestalt-terapia. Ed. Vozes, 2014)
Sinopse: A gestalt-terapia, como um campo de atuação e como uma visão clínica, precisava ser colocada sob o exame minucioso de uma pesquisa rigorosa. Isso beneficiaria o campo, os profissionais da gestalt-terapia e ajudaria a reforçar as credenciais da mesma como uma abordagem atual, viável e “baseada em evidências.” Assim surgiu este livro que trata diretamente dos escopos para pesquisa, oferece ferramentas e ajuda a dar um incentivo para a produção de estudos. A Obra é recomendada para qualquer pessoa que realmente queira aperfeiçoar a prática de seu trabalho, apoiando-o em uma base mais ampla e demonstra que juntar a fenomenologia existencial com o behaviorismo fenomenológico pode produzir resultados verificáveis, replicáveis para aquilo que é, essencialmente, uma ocupação ideográfica.

(JOYCE, Phil & SILLS, Charlotte. Técnicas em Gestalt: aconselhamento e psicoterapia. Ed. Vozes, 2018)
Sinopse: O objetivo deste livro é abordar os elementos essenciais bem como aspectos específicos da Gestalt terapia, tais como completar situações inacabadas, trabalhar com o processo corporal, “desfazer” uma retroflexão ou formar um diagnóstico de processo. Esta edição inclui novos capítulos sobre trabalho com traumas e elaboração de recursos aos clientes, novo material sobre depressão e ansiedade, conteúdo aplicado para lidar com as questões mais desafiadoras do cliente e integração das ideias condutoras das terapias contemporâneas sobre trauma.

(ROBINE, Jean-Marie. Self: uma Polifonia de Gestalt-terapeutas contemporâneos. Ed. Escuta, 2018)
Sinopse: Sessenta e cinco anos depois da criação da Gestalt-Terapia, nos pareceu interessante e útil questionar os teóricos dessa abordagem a respeito de sua compreensão e utilização do conceito de “self” e convidá-los a desdobrá-lo e esclarecer em que sentido eles podem ter sido capazes de influenciar e de enriquecer esse conceito. Os autores desses capítulos são os principais teóricos da Gestalt-Terapia hoje. Cada um deles lançou um olhar renovador para esse conceito fundador. A variedade de entradas que escolheram, as fontes às quais retornaram para abrir novas perspectivas, tal como a psicanálise ou o pragmatismo, a ampliação de seus escopos teóricos introduzindo abordagens de disciplinas vizinhas (tal como fenomenologia, teoria das relações objetais, neurociências, espiritualidade, estética. ) nos conduz para mais perto do espírito de nossos fundadores, que esperavam que cada um de nós pudesse apropriar-se de suas propostas, longe de qualquer ideia de ortodoxia ou de uma forma protocolar de abordagem. Não há dúvidas de que esse livro essencial enriquecerá nosso fundo comum e contribuirá para uma dinâmica internacional comum.